sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Se Eles Querem Meu 'Sangue'...




Nessa onda atual de vampirinhos purpurinados que brilham no sol, o assunto pode parecer mais uma ideazinha pra pegar onda no sucesso fictício.

Mas não é não, moçada.

Quem dera os vampiros ficassem quietinhos nos livros, cinema e nos sonhos de adolescentes (ou mulheres de mais de 30 com uma vida emocional com a profundidade de uma colher)...

A verdade é que atualmente andamos rodeados de vampiros. Só que esses não sugam nosso sangue, sugam nossas emoções e nossas energias.

Você já ouviu falar em vampiro emocional ou psíquico?

Bom, se nunca ouviu falar é porque não prestou muita atenção, tendo em vista que na nossa sociedade dá pra perceber um desses de longe!

O problema é que quando você é a vitima de um vampiro assim não consegue se livrar, porque ele consegue se passar por uma pessoa normal, mentalmente e emocionalmente saudável e por muitas vezes cheia de amor pra dar, sempre tão solicito... só pra ganhar sua vitima e então se alimentar até que o estrago apareça.

Em muitos casos esses estragos não tem mais conserto.

Fui vitima de vampiros emocionais e acredito que muita gente que ler isso aqui vai identificar alguns desses sugadores em suas vidas.

Achei que seria bom postar esse texto que achei num blog (Blogpaedia), pra quem sabe acender uma luzinha dentro da cabeça de muitos que visitam o Joly Rouge? 

E que quando essa luz acender, esses preparem suas ‘estacas’ a fim de escaparem das garras dessas criaturas abissais que de charmosos só tem a casca.

Abaixo segue o texto:




“Os piores vampiros não são os que sugam o teu sangue, mas os dissimulados que drenam a tua vontade de viver.

Certamente existem estirpes humanas sugadoras de sangue, porém, assim como os adeptos do piercing extremo, eles estão mais para lendas, do que algo palpável capaz de tirar a paz das pessoas. Contrário senso, os parasitas de energia psíquica estão de tal forma espalhados pelo mundo, que um deles pode estar no seio da sua família sem que você saiba.

O mecanismo mais plausível para o surgimento de um Vampiro Psíquico (VP) é a busca pelo combustível do bem estar, a felicidade, que ele não consegue obter pelos seus próprios meios. O problema é que a felicidade não nasce em árvores e não se compra na farmácia, pois tal dom é conquistado em parte mediante a adoção de boas escolhas de vida, e em parte como resultado da herança genética.
Cena clássica de detecção de um Vampiro Psíquico:

Você acorda numa manhã radiante e se prepara para ter um lindo dia... até que se depara com uma dessas criaturas negras. Depois do encontro, se as únicas palavras na sua boca são “fulano estragou o meu dia”, bingo, você acabou de ser sugado por um VP!

Para reconhecê-los, primariamente temos que caracterizar os tipos mais comuns de Vampiros:

-- Pessoa sempre “para baixo”

Este vampiro coloca qualquer um para baixo, mesmo que poucas palavras sejam trocadas com ele, às vezes até menos, pois a simples presença pode impactar negativamente o humor dos circundantes.

Antídoto: não tente insuflar luz em buracos negros, ou seja, a tendência natural das pessoas alegres é levantar o astral das pessoas “down”. Porém, com o vampiro psíquico isto não funciona, já que o único resultado prático é você PERDER o seu alto astral ao longo do processo e estragar o seu dia.
Isto parece ser um conselho politicamente incorreto e atentatório contra o princípio universal da caridade e do amor, todavia, diante de um VP inveterado, tenha certeza que a única alegria dele, consciente ou inconscientemente, será a sua derrota. Neste caso, a lei mais imediata da auto-preservação manda você zarpar para longe do perigo.

-- Invejoso

Decore bem este aforismo: TODO o invejoso é um vampiro psíquico e todo vampiro psíquico tem como centro de gravidade da sua personalidade a inveja.

Antídoto: jamais ponha na mesa para qualquer pessoa os motivos da sua felicidade, os seus ganhos, as suas alegrias, conquistas e os seus projetos auspiciosos. Mesmo que você não dê importância e não perceba, o vampirismo psíquico tem o poder de arruinar a sua vida, pois muitas vezes quando eles terminam sendo descobertos, é tarde demais.
Os invejosos mais perigosos se dissimulam de bons camaradas e confidentes, até que dão o golpe pelas costas, articulando intrigas e tramando conspirações.

-- Coitadinho: auto-comiserativo/indeciso:

Toda a pessoa constantemente frágil é altamente suspeita de ser vampira psíquica. Quem não se valoriza, quem está sempre dependendo de conselhos para tomar decisões e encontrar um rumo, corre um sério risco de ser um Vampiro do tipo coitadinho.

Antídoto: quando você percebe ao longo da convivência que uma determinada pessoa nunca “troca o disco” e vem sempre com a mesma ladainha, é hora de VOCÊ procurar a sua praia e se afastar educada e rapidamente do convívio mais próximo.

-- Problemático

Você conhece uma pessoa cheia de problemas familiares, de saúde, trabalho, etc? Assim como acontece com o auto-comiserativo, desconfie quando alguém nunca troca o disco da sua canção psicológica. Com o tempo você acaba percebendo que, quanto mais conselhos você dá, menos a pessoa os acata e menos tem vontade de mudar. Ou seja, ela usa o seu enxame de problemas para lançar redes psíquicas sobre os outros afim de enredá-los, para que possa extrair-lhes assim o sumo da boa disposição.

Antídoto: se por caso conselho fosse bom, não seria dado, pois seria vendido. É no significado deste adágio popular que repousa o antidoto contra o vampiro do tipo problemático: fique com um pé atrás contra alguém que sempre vem atrás de conselhos e mais conselhos. O problema deste tipo de relação de doação é quando acontece a ausência de mudanças na pessoa aconselhada e a paulatina perda do ânimo do aconselhador.

-- Reclamão: intriguento/incompreendido/injustiçado:

A pessoa que vive constantemente reclamando do salário, do trabalho, do governo, da sociedade, da esposa, do marido, da família, dos filhos, etc, manifesta um dos sintomas básicos de vampirismo psíquico. Paralelamente a isto, tal tipo de pessoa costuma cultivar a maledicência, quando elas entregam uma fofoca na esperança de obter outras e assim enredar o incauto.

Antídoto: mais dia menos dia você descobre que de nada adianta contradizer o reclamão, pois mesmo que ele possa trocar de choraminga, dificilmente renunciará ao seu ponto de vista negativo. Assim, a energia que você gasta argumentando é justamente o combustível que o reclamão precisa para ficar bem, logicamente às custas do seu estado de ânimo. Portanto, o antídoto para este tipo de gente é não cair na lógica das reclamações e não tentar defender as suas vítimas, logo, é manter-se neutro e sair pela tangente na primeira deixa é o melhor remédio.
*Antídotos gerais:

A melhor atitude a tomar quando você desmascara um Vampiro Psíquico é manter distância dele e, doravante, qualquer possibilidade de estreitamento de relações deverá ser descartada. Não é preciso ser agressivo para manter tais pessoas afastadas, mas a relação, mesmo respeitando as regras da civilidade, deve ser fria o suficiente para não suscitar intimidades.

Quando as circunstâncias o obrigarem a dialogar com um VP já identificado, mantenha-se de braços cruzados protegendo a região do plexo solar, já que este é o ponto que eles atacam, porque é por onde entram as emoções negativas.

**Jamais convide um Vampiro Psíquico para entrar na sua casa, pois os sugadores tem o costume de carregar consigo “objetos de poder”. Para explicar os objetos de poder, recorro a um exemplo muito simples: você lembra de alguém que sempre que entra na sua casa dá um jeito de levar algum utensílio, livro, alimento, roupa, CD, etc, emprestado ou dado? Este é um dos aspectos pitorescos do sugamento de energia, manifestado quando o vampiro provoca situações em que a dona, ou dono da casa se veem obrigados a lhe fornecer “voluntariamente” alguma coisa que ele leva embora.
Esta é uma pequena circunstância que ilustra fisicamente o que acontece na esfera psíquica; você acaba cedendo diminutas porções da sua energia na forma de tempo e atenção, sem receber nada em troca, a não ser aquela sensação de cansaço e esgotamento depois de ter se avistado com o vampiro.

***Última consideração:

Não importa se os vampiros são conscientes ou não da sua condição, já que a maioria não o é, porque isto não minimiza os estragos causados por eles nos seios das famílias, tais como doenças, separações, perda de emprego, falências, perdas financeiras e até mesmo a morte. Importa, isto sim, mantê-los afastados dos seus bens, da sua intimidade e, principalmente, dos seus pensamentos e desejos, pois eles tem um grande poder empático que lhes abre portas para a aproximação e a coação.”

(Texto por Isaias Malta – do Blogpaedia http://www.blogpaedia.com.br  )



 Então amiguinhos, eu segui o conselho e resolvi tomar distância desse tipo de criatura, já que com emocional a gente não brinca.

E vocês, estão servindo de alimento pra um vampiro? 



*** 

9 comentários:

::百合 :: Yuri disse...

Nossa q texto bom, pior q conheço gente proxima com pelo menos 3 desses tipos O_O

::百合 :: Yuri disse...

Texto excelente! Gostei muito e pior q ocnheço gente aqui perto com pelo menos 2 ou 3 dos problemas citados numa pessoas só!!

Arietide disse...

Tenso é quando o vampiro e você moram debaixo do mesmo teto

Daisuke Nagashi disse...

Fran, num primeiro momento eu li o texto e somente balancei a cabeça. Agora, depois do banho, resolvi voltar e comentar.

A minha maior preocupação é que este texto só está falando de alguns tipo característicos e VISIVELMENTE negativos dos Vampiros Sociais, esquecendo-se dos mais perigosos: os que não parecem ser.

Existe um tipo de Vampiro Social que é sociopata. Ele não demonstrará sua indiferença.
Este tipo de vampiro te cativa e vira um dos seus melhores amigos, alguém que você não sabia como vivia antes de conhecer esta pessoa, mas depois que ele te drena, ele some, indiferente.

São difíceis de reconhecer ANTES de te pegarem, porque sabem ler as pessoas e sabem exatamente o que precisam dizer para você gostar dele.

Infelizmente, só conheço dois modos de identificar um destes:
a) Alguém totalmente de fora que NÃO INTERAGIU DIRETAMENTE com este vampiro (pois um amigo seu que venha tirar satisfação com ele pode acabar cativado também, e inclusive virar-se contra você);

b) Outro Vampiro Social o desmascare. Sim, eles se reconhecem entre si. Esta escolha não é bom por motivos óbvios.

Eu sei que o texto não é seu, e pela introdução eu realmente achei que falaria deste tipo de vampiro. Como não apareceu, resolvi fazer um adendo.

Omninerd disse...

Eu fiz um comentário gigante e ele se apagou. Esse blogger é um Vampiro Psicológico...

Xiko do Couto disse...

Ih! Os caras esqueceram o "h" antes de "oped". Que furo. Obrigado por compartilhar o texto. Se muito não me engano aquele 1º livro do Paulo Coelho, sobre vampirismo, fala sobre isso. Tenho quase certeza.

Anônimo disse...

E quando a pessoa é todos os tipos ao mesmo tempo?
Os vampirismos se anulam?

Josiane Cristina Armani Dagort disse...

infelizmente sou vitima no meu trabalho...nao dos colegas mas sim dos clientes...tenho algumas clientes que em meros cinco minutos levam toda a minha energia, bom humor e vontade de fazer alguma coisa..sem ao menos tocar em tais assuntos...simplesmente de covnersar sobre qualquer coisa que nao tenha relaçao.... beijos
J^h

Lady LoLo disse...

Olá! Sou apaixonada pelos seus BJDs!
Acompanhava eles quando você ainda postava no fotolog.
Agora eu também tenho blog! E sigo você!
http://lindossonhosdourados.blogspot.com/